14 de janeiro de 2026

A desigualdade da tempestade

A tempestade esta espada
forjada em relâmpago
arde suas chamas
inunda as estradas
e cheira a sândalo

Em outras palavras
a tempestade é bela
nos jardins herdados
e terrível nas favelas
de becos inundados

A tempestade esta espada
afiada no relâmpago
ergue suas garras
rosna cem guitarras
e adormece ronronando

Sua dor é mais onde
tempestade
sua dor é mais onde
do que quando